Infográfico: sala de aula invertida é tendência cada vez mais próxima

24/03/2014 - Pesquisa diz que a sala de aula invertida é uma tendência que deve ser adotada em um ano. Entenda mais sobre esse modelo educacional A sala de aula invertida promove o autoconhecimento dos alunos Segundo a previsão feita pela pesquisa NMC Horizon Report: 2014 Higher Education Edition sobre as principais tendências da educação mundial, a sala de aula invertida é uma técnica de ensino que crescerá ainda mais no próximo ano. Mas, você sabe o que é ela?
A sala de aula invertida é um modelo no qual os alunos assistem aos videoaulas, áudios e materiais interativos em casa, enquanto na escola tiram dúvidas e têm tempo para desenvolver projetos e trabalhar em equipe – rotina que é inversa à adotada pelas instituições convencionais. De acordo com o estudo, as salas de aula invertidas têm crescido devido ao melhor aproveitamento dos encontros presenciais, o que é considerado fundamental para o professor Dr. Stavros P. Xanthopoylos, vice-diretor do IDE/FGV e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED): “É no encontro tácito que ocorre o aprendizado em si e, portanto, ele vale muito”. Além do mais, os professores podem usar os dados das atividades online para planejar aulas que atendam às necessidades da classe. A professora mestre da Unicamp Gabriela Celani concorda e defende que “o melhor aproveitamento do encontro presencial é uma grande vantagem porque as inovações são resultado da troca de ideias entre pessoas.” As vantagens não se restringem às paredes das salas: o modelo promove o autoconhecimento dos alunos e os ajuda a desenvolver habilidades bem quistas no mercado profissional, como a capacidade de resolver problemas e de argumentar com confiança. Mas, e no Brasil? Segundo o Professor Stavros, o modelo ainda é pouco utilizado. “Na Inglaterra, por exemplo, a sala de aula invertida sempre foi usada. No Brasil, deve levar ainda alguns anos para se estabelecer”, afirma. Portanto, se você deseja ter alunos mais criativos e que trabalhem bem em equipe, daqui a algum tempo provavelmente terá nas salas de aula invertidas mais uma fonte de inovação.
Fonte: Universia Brasil


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