O atual cenário econômico-financeiro do Brasil tem sido gradativamente, atingido pela crise internacional, levando os grupos educacionais, de capital aberto ou não a refletirem sobre as estratégias em relação aos processos de fusões e aquisições.

Ainda que o potencial de consumo do mercado interno (estruturado ao longo dos últimos 15 anos) seja um elemento fundamental como alternativa ao país, os efeitos de um cenário externo oscilante quanto à retomada da atividade econômica, certamente impactam nas decisões de médio e longo prazo dos principais players interessados no mercado do ensino superior brasileiro.

Neste sentido, as transações em relação aos processos de fusão e aquisição do ensino superior estão mais seletivas.

Enquanto no período 2008/2009 o crédito abundante permitiu um avanço nas fusões e aquisições, totalizando 56 operações, em 2010 tal volume totalizou 12 operações, exatamente o mesmo volume atingido pelo setor até agosto de 2011.

Outro fator de destaque do setor nos últimos anos decorre dos expressivos movimentos de mercado desenvolvidos por grandes companhias educacionais, dos quais cumpre destacar:

   Instituição Compradora

Data

Instituição Adquirira

Valor do Negócio

   KROTON EDUCACIONAL

Maio/2012

• UNIASSELVI

R$ 510 milhões

   GRUPO LAUREATE

Janeiro/2013

•  Integralização de sua participação acionária no capital social da Anhembi Morumbi

R$400 milhões (estimado)

 

Agosto/2013

•  Aquisição do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU)

R$ 1 bilhão (estimado)

   ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES

Agosto/2013

• Aquisição da UNISEB

R$ 615 milhões

   ÂNIMA/GAEC

Abril/2014

• Aquisição da Universidade São Judas

R$ 320 milhões

   SER EDUCACIONAL

Dezembro/2014

• Universidade Guarulhos

R$ 199 milhões

   ÂNIMA/GAEC

Dezembro/2014

• UNIJORGE e UVA

R$ 1,14 bilhões

O que está muito claro é que a consolidação do ensino superior brasileiro é um caminho sem volta. O alvo são as IES que atendem a classe C e D, e o ganho em escala é a promessa vigente, não excluindo uma pequena parcela de investidores interessados em IES com marca mais expressiva. Cresce também a expectativa em obter a sustentabilidade, considerando o ganho em escala e atendendo as classes C e D.

Este processo de consolidação do ensino superior privado tem promovido uma reviravolta, sofrendo várias alterações. A tendência é que, embora em menor volume e velocidade, as fusões, aquisições e a formação de redes educacionais continuem a dar o tom ao já concorrido mercado do ensino superior privado brasileiro.

São destaques as atuações tanto de grandes grupos educacionais como UNIP, ANHANGUERA, KROTON, ESTÁCIO, LAUREATE, ULBRA, UNIVERSO, IUNI, FANOR, USC, ANIMA, VERIS, UNICSUL, UNIESP, UNIBAN, bem como os já atuantes fundos de private equity - GP INVESTIMENTOS, CARTESIAN CAPITAL GROUP, ADVENT INTERNATIONAL, CAPITAL INTERNACIONAL.

Outro aspecto que não devemos esquecer é o marco regulatório do Ministério da Educação, que cada vez mais exige o desempenho satisfatório das IES, independente do público atendido. É preciso atentar-se para as regras estabelecidas.

Adquira o estudo detalhado:

A CM Consultoria desenvolve Estudos das Fusões e Aquisições relativas ao Ensino Superior Brasileiro.  O documento abrange uma análise detalhada do panorama das fusões e aquisições desde 2007, contemplando o volume de negócios realizados no período, a movimentação financeira por comprador, ano a ano, o quantitativo de alunos das IES negociadas e as considerações relativas aos processos de negociação

 

 

O atual cenário econômico-financeiro do Brasil tem sido gradativamente, atingido pela crise internacional, levando os grupos educacionais, de capital aberto ou não a refletirem sobre as estratégias em relação aos processos de fusões e aquisições.

Ainda que o potencial de consumo do mercado interno (estruturado ao longo dos últimos 15 anos) seja um elemento fundamental como alternativa ao país, os efeitos de um cenário externo oscilante quanto à retomada da atividade econômica, certamente impactam nas decisões de médio e longo prazo dos principais players interessados no mercado do ensino superior brasileiro.

Neste sentido, as transações em relação aos processos de fusão e aquisição do ensino superior estão mais seletivas.

Enquanto no período 2008/2009 o crédito abundante permitiu um avanço nas fusões e aquisições, totalizando 56 operações, em 2010 tal volume totalizou 12 operações, exatamente o mesmo volume atingido pelo setor até agosto de 2011.

Outro fator de destaque do setor nos últimos anos decorre dos expressivos movimentos de mercado desenvolvidos por grandes companhias educacionais, dos quais cumpre destacar:

   Instituição Compradora

Data

Instituição Adquirira

Valor do Negócio

   KROTON EDUCACIONAL

Maio/2012

• UNIASSELVI

R$ 510 milhões

   GRUPO LAUREATE

Janeiro/2013

•  Integralização de sua participação acionária no capital social da Anhembi Morumbi

R$400 milhões (estimado)

 

Agosto/2013

•  Aquisição do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU)

R$ 1 bilhão (estimado)

   ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES

Agosto/2013

• Aquisição da UNISEB

R$ 615 milhões

   ÂNIMA/GAEC

Abril/2014

• Aquisição da Universidade São Judas

R$ 320 milhões

   SER EDUCACIONAL

Dezembro/2014

• Universidade Guarulhos

R$ 199 milhões

   ÂNIMA/GAEC

Dezembro/2014

• UNIJORGE e UVA

R$ 1,14 bilhões

O que está muito claro é que a consolidação do ensino superior brasileiro é um caminho sem volta. O alvo são as IES que atendem a classe C e D, e o ganho em escala é a promessa vigente, não excluindo uma pequena parcela de investidores interessados em IES com marca mais expressiva. Cresce também a expectativa em obter a sustentabilidade, considerando o ganho em escala e atendendo as classes C e D.

Este processo de consolidação do ensino superior privado tem promovido uma reviravolta, sofrendo várias alterações. A tendência é que, embora em menor volume e velocidade, as fusões, aquisições e a formação de redes educacionais continuem a dar o tom ao já concorrido mercado do ensino superior privado brasileiro.

São destaques as atuações tanto de grandes grupos educacionais como UNIP, ANHANGUERA, KROTON, ESTÁCIO, LAUREATE, ULBRA, UNIVERSO, IUNI, FANOR, USC, ANIMA, VERIS, UNICSUL, UNIESP, UNIBAN, bem como os já atuantes fundos de private equity - GP INVESTIMENTOS, CARTESIAN CAPITAL GROUP, ADVENT INTERNATIONAL, CAPITAL INTERNACIONAL.

Outro aspecto que não devemos esquecer é o marco regulatório do Ministério da Educação, que cada vez mais exige o desempenho satisfatório das IES, independente do público atendido. É preciso atentar-se para as regras estabelecidas.

Adquira o estudo detalhado:

A CM Consultoria desenvolve Estudos das Fusões e Aquisições relativas ao Ensino Superior Brasileiro.  O documento abrange uma análise detalhada do panorama das fusões e aquisições desde 2007, contemplando o volume de negócios realizados no período, a movimentação financeira por comprador, ano a ano, o quantitativo de alunos das IES negociadas e as considerações relativas aos processos de negociação

 

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